Entre os exemplares de gado importados da Índia, a raça puganôr é uma das menos conhecidas no Brasil. No país desde 1962, o animal não ganhou espaço na pecuária do país. Um dos prováveis motivos é o seu tamanho, que é caráter dominante. O gado adulto não passa de um metro de altura. Mesmo com a produção restrita, o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo da raça.
O puganôr tem a pelagem, formato da orelha, localização dos chifres e rusticidade muito parecidos com a raça nelore, com a diferença do porte.
A fazenda Haras Barreiro, em Ituiutaba, Minas Gerais, tem cerca de 100 cabeças destes animais, de todas as idades. Apesar de zebuínos, a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) não registra o puganôr.
Pelo porte diminuto, os animais adultos são muito procurados para hotéis fazenda e propriedades que praticam o turismo rural.
Assista a matéria sobre a raça exibida no Jornal da Pecuária:
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