O Paraná registrou até quinta, dia 2, 40 casos de raiva bovina, distribuídos principalmente no norte do Estado. A incidência da doença – transmitida por mordidas de morcegos hematófagos contaminados – é monitorada por técnicos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, que alertam os produtores sobre a importância de vacinar os animais e notificar os casos da doença.
Foram registradas nove ocorrências em Florestópolis, três em Mirasselva, três em Primeiro de Maio, duas em Sertanópolis e duas em Borrazópolis, além de casos isolados em outras localidades da região. No Litoral, foram notificados três casos em Paranaguá e outros três em Morretes. Dos números comunicados à secretaria, 32 casos foram em bovinos, quatro em cavalos, um em mula e três em morcegos não hematófagos.
Para que o Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) monitore os casos e adote as medidas profiláticas que a situação exige, é necessário que as ocorrências sejam registradas nos Núcleos Regionais da Secretaria de Agricultura (são 21 em todo o Estado) ou nas Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV).
Os donos de animais também devem comunicar existência de abrigos de morcegos hematófagos (bueiros, casas abandonadas, ocos de árvores e caverna, entre outros locais).
VACINAÇÃO
Paralelamente, o produtor deve vacinar seu rebanho contra a raiva bovina. A doença não tem cura e, uma vez contaminado, o animal morre. A raiva pode ser transmitida de animais para humanos, levando-os à morte.
Nos animais de criação, a vacinação é feita a partir dos três meses de idade, com reforço após 30 dias e, depois, uma vez por ano. Proprietários das áreas próximas de casos notificados de raiva bovina devem vacinar seus rebanhos e também animais domésticos.
GOVERNO DO PARANÁ

Portal traz dados dos maiores mercados do agro no Brasil


Siga o @RuralBR e receba as dicas e atualizações em primeira mão, diretamente no seu twitter

O noticiário do portal RuralBR também está disponível no formato RSS. Confira os canais disponíveis